Um clube Brasileiro com superavit, é milagre ou trabalho.

O Palmeiras fechou o balanço financeiro de 2017 com receita recorde: R$ 531.112.060,65. O superávit, que é a diferença entre receitas e despesas, ficou em R$ 57.023.290,30. Ficou fora dessa conta o dinheiro da negociação de Yerry Mina com Barcelona (10 milhões de euros), finalizada em 2018.

Em 2016, outro ano economicamente produtivo, as receitas ficaram abaixo dos R$ 500 milhões, mas o superávit foi maior: cerca de R$ 89 milhões, turbinado principalmente pela venda de Gabriel Jesus ao Manchester City. Outro ponto da privilegiada situação financeira do Verdão diz respeito a dívidas.

O débito com o ex-presidente Paulo Nobre, que já foi de R$ 146 milhões, está em aproximadamente R$ 22 milhões. A ideia é quitar a pendência já no primeiro semestre. Os impostos estão negociados em programas como Timemania e Refis.

Por isso, o Palmeiras é o único entre os grandes clubes brasileiros que não aderiu ao Profut, programa do Governo Federal para parcelamento de dívidas com a União. Com o auxílio de um patrocinador forte, o Palmeiras vai colocando as finanças em ordem por um futuro sustentável economicamente.

Então para muitos que não sabem utilizar corretamente seu patrimônio ativo ( entenda-se, jogadores ), aí está o resultado. Temos clubes com grandes instalações para a base, com custo altissimo,  e no entanto depois de formado o jogador é emprestado ou simplesmente dispensado, pela falta de ter alguém no final da linha para conseguir comercializar os garotos propriamente.

Precisamos sim, olhar essa premissa com carinho, responsabilidade e comprometimento, afinal além de tratar-se do futebol Brasileiro, de sua continuação em descobrir novos talentos, trata-se de respeitar o patrimônio do clube.

Fonte: Lance Expresso.

Comentário e Tradução: Roberto Q. de Andrade.

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